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	<title>Eude Junior &#187; Fotografia</title>
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		<title>19 de Agosto &#8211; Dia Mundial da Fotografia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 14:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[19 de Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[dia Mundial da Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografar]]></category>
		<category><![CDATA[Fotógrafo]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo processo desenvolvido por Louis Jacques [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo processo desenvolvido por Louis Jacques Daguerre. O físico apresentava e doava ao mundo o daguerreótipo.</p>
<p>Naquele momento o ato parecia uma mágica. Uma caixa escura, ferramenta capaz de captar e fixar numa superfície o mundo &#8220;real&#8221;.</p>
<p>Dizem as lendas que em seguida à cerimônia várias pessoas saíram as ruas em busca de uma máquina de fazer daguerreótipos e essa vontade de produzir imagens nunca mais cessou.</p>
<p>Daguerre não perdeu tempo. Antes de doar seu invento a França já havia patenteado o mesmo nas Ilhas Britânicas, Estados Unidos e nos quatro cantos do mundo.</p>
<p>&#8220;De hoje em diante, a pintura está morta&#8221; declarava o pintor Paul Delaroche. Nos círculos mais conservadores e nos meios religiosos da sociedade, &#8220;a invenção foi chamada de blasfêmia, e Daguerre era condecorado com o título de &#8220;Idiota dos Idiotas&#8221;&#8221;. O pintor Inglês, ainda que utilizasse os daguerreótipos de Nadar para executar seus retratos, menosprezava a fotografia, como sendo apenas um produto industrial, e confidenciava: &#8220;a fotografia é melhor do que o desenho, mas não é preciso dizê-lo&#8221;.</p>
<p>Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa, negava publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando que &#8220;a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados&#8221;, e, sarcasticamente, celebrava a fotografia &#8220;como uma arte absoluta, um Deus vingativo que realiza o desejo do povo. e Daguerre foi seu Messias. Uma loucura, um fanatismo se apoderou destes novos adoradores do sol&#8221;. Com estas declarações, Baudelaire refletia o impacto causado pela fotografia na intelectualidade européia da época&#8221;.</p>
<p>Um artigo publicado no jornal alemão Leipziger Stadtanzeiger, ainda na última semana de agosto de 1839, ajuda a compreender melhor este confronto:&#8221;Deus criou o homem à sua imagem e a máquina construída pelo homem não pode fixar a imagem de Deus. É impossível que Deus tenha abandonado seus princípios e permitido a um francês dar ao mundo uma invenção do Diabo&#8221;.(Leipziger Stadtanzeiger ,26.08.1839, p.1) A nova concepção da realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu.</p>
<p>Como entender que a fotografia viesse para ficar, a não ser em substituição das tradicionais formas de representação? Já se havia gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte, mas preliminarmente, ainda não se perguntara se esta descoberta não transformava a natureza geral da arte e da cultura.</p>
<p>A nova invenção teve importância mais filosófica do que científica. Nasceu dentro do germe da sociedade industrial e a partir desta data o mundo nunca mais seria o mesmo.</p>
<p><span style="FONT-WEIGHT: bold">Evolução cronológica dos principais registros:</span></p>
<p>Grécia, antes de Cristo – Aristóteles – Criação da imagem através de um orifício.<br />
Século X – Alhazen (árabe) descreveu como observar um eclipse solar no interior de uma câmera obscura.<br />
Século XVI – Redução da câmera obscura (auxiliar na pintura).<br />
Século XIX (1826) – Joseph Nicephore Niépce (francês) foi a primeira pessoa no mundo a tirar uma verdadeira fotografia &#8211; processo heliográfico com 8 horas de exposição à luz.<br />
Ano de 1830 – Josef Petzval criou uma nova lente dupla abertura F 3.6 (30 vezes mais rápida que a anterior).<br />
1832/1833 – Hércules Florence descobre isoladamente a fotografia na Brasil &#8211; na vila de São Carlos, atual cidade de Campinas (SP).<br />
1835 – Louis Jacques Mandé Daguerre, firmou-se como único inventor da fotografia prática, através de seu &#8211; Daguerreótipo &#8211; chapa de cobre revestida com prata, banhada com iodeto de prata. Na presença de vapor de mercúrio surge a imagem, gerando um único positivo (era o &#8220;polaroid&#8221; da época).<br />
1840 – Willian H. Fhox Talbot, descobre o processo negativo/positivo usando como filme folhas de papel sensibilizado (preparado para reagir à luz) que depois foi substituído por vidro. Os negativos de vidro foram usados até os anos 50.<br />
1871 – Richard Leach Maddox, primeira chapa usando gelatina para manter o brometo de prata no lugar.<br />
1877 – George Eastman, popularizou a fotografia com a criação do filme flexível (em rolo), que tinha o nome de &#8220;American Film&#8221; e vinha com 100 poses.<br />
1925 – Lançamento da câmera 35mm (Leica)&#8230;</p>
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		<title>Fotos Famosas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 02:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Famosas]]></category>
		<category><![CDATA[Fotógrafos]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Protesto silencioso Fotógrafo: Malcolm Browne Protesto silencioso &#8211; Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que sacrificou-se até a morte numa rua super movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Protesto silencioso</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.eudejunior.com.br/fotos/index.php?album=fotos_fomosas&amp;image=Protesto silencioso.jpg"><img class="ZenphotoPress_thumb " title="Protesto silencioso" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=Protesto silencioso.jpg" alt="Protesto silencioso" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Malcolm Browne</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Protesto silencioso &#8211; </strong>Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que sacrificou-se até a morte numa rua super movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído. Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Daí você poderia perguntar: &#8211; &#8220;Existiria mais alguma coisa para cremar?&#8221; Hum hum&#8230; durante a cremação seu coração manteve-se intacto,  e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.  Chocado com o horror da cena e o cheiro da carne queimada, o fotógrafo Malcolm Browne utilizou quatro rolos de filme para fotografar o monge. A foto acima lhe rendeu os prêmios Pulitzer e Foto do Ano da World Press Photo de 1963. A mesma imagem foi usada como capa do primeiro CD da banda americana Rage Against the Machine. O repórter David Halberstam, que testemunhou e escreveu sobre o protesto, também recebeu um Pulitzer.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>O homem do tanque de Tiananmen</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="ZenphotoPress_thumb " title="O homem do tanque de Tiananmen" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=O homem do tanque de Tiananmen.jpg" alt="O homem do tanque de Tiananmen" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Jeff Widener</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O homem do tanque de Tiananmen &#8211; </strong>Também conhecido como o &#8220;Rebelde Desconhecido&#8221;, esta foi a alcunha que foi atribuido a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa. A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar. Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>O beijo do Hotel de Ville</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="ZenphotoPress_thumb " title="O beijo do Hotel de Ville" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=O beijo do Hotel de Ville.jpg" alt="O beijo do Hotel de Ville" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Robert Doisneau</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O beijo do Hotel de Ville &#8211; </strong>Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão. Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que tratava-se de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento. 55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>A menina Afegã</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="ZenphotoPress_thumb " title="A menina Afega" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=A menina Afega.jpg" alt="A menina Afega" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Steve McCurry</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A menina Afegã &#8211; </strong>Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética. Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985, e devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo. No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>Execução em Saigon</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="ZenphotoPress_thumb " title="Execucao em Saigon" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=Execucao em Saigon.jpg" alt="Execucao em Saigon" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Eddie Adams</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Execução em Saigon &#8211; </strong>&#8220;O coronel assassinou o preso; mas e eu&#8230; assassinei o coronel com minha câmara? &#8211; Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em 1 de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong. Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que converteu-se em fotógrafo paisagístico.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>A agonia de Omayra</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.eudejunior.com.br/albuns/index.php?album=fotos_fomosas&amp;image=A agonia de Omayra.jpg"><img class="ZenphotoPress_thumb " title="A agonia de Omayra" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=A agonia de Omayra.jpg" alt="A agonia de Omayra" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Frank Fournier</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A agonia de Omayra &#8211; </strong>Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado do Ruiz durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, Colômbia em 1985. Omayra ficou 3 dias jogada sobre o lodo, água e restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos de parcos recursos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la precisavam amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam. Durante os três dias, manteve-se pensando somente em voltar ao colégio e a seus exames e a convivência com seus amigos. O fotógrafo Frank Fournier, fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano com respeito às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota. Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>A menina do Vietnã</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="ZenphotoPress_thumb " title="A menina do Vietna" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=A menina do Vietna.jpg" alt="A menina do Vietna" /></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Nic Ut</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A menina do Vietnã</strong> &#8211; Em 8 de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali encontrava-se Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento, que suas roupas tinham sido consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem. Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 14 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele. Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças. Hoje em dia Pham Thi Kim Phuc está casada, com 2 filhos e reside no Canadá onde preside a &#8220;Fundação Kim Phuc&#8221;, dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra e é embaixadora da UNESCO.</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>O beijo da Time Square</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="ZenphotoPress_thumb " title="O beijo da Time Square" src="http://www.eudejunior.com.br/fotos/zp-core/i.php?a=fotos_fomosas&amp;i=O beijo da Time Square.jpg" alt="O beijo da Time Square" /></p>
<p style="text-align: center;">Fotógrafo: Victor Jorgensen</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O beijo da Time Square</strong> &#8211; O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se. A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.</p>
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		<title>História fotografia</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 20:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A história da fotografia pode ser contada a partir das experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota antiguidade. Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício. Alhazen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história da fotografia pode ser contada a partir das experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota antiguidade. Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício. Alhazen em torno do século X, descreveu um método de observação dos eclipses solares através da utilização de uma câmara escura. A câmara escura na época, consistia de um quarto com um pequeno orifício aberto para o exterior.</p>
<p>Em 1525 já se conhecia o escurecimento dos sais de prata, no ano de 1604 o físico-químico italiano Ângelo Sala estudou o escurecimento de alguns compostos de prata pela exposição à luz do Sol. Até então, se conhecia o processo de escurecimento e de formação da imagens efêmeras sobre uma película dos referidos sais, porém havia o problema da interrupção do processo. Em 1725, Johann Henrich Schulze, professor de medicina na Universidade de Aldorf, na Alemanha, conseguiu uma projeção e uma imagem com uma duração de tempo maior, porém não conseguiu detectar o porquê do aumento do tempo. Continuando suas experiências, Schulze colocou à exposição da luz do sol um frasco contendo nitrato de prata, examinando-o algum tempo depois, percebeu que a parte da solução atingida pela luz solar tornou-se de coloração violeta escura. Notou também, que o restante da mistura continuava com a cor esbranquiçada original. Sacudindo a garrafa, observou o desaparecimento do violeta. Continuando, colocou papel carbono no frasco e o expôs ao sol, depois de certo tempo, ao remover os carbonos, observou delineados pelos sedimentos escurecidos padrões esbranquiçados, que eram as silhuetas em negativo das tiras opacas do papel. Schulze estava em dúvida se a alteração era devida à luz do sol, ou ao calor. Para confirmar se era pelo calor, refez a mesma experiência dentro de um forno, percebendo que não houve alteração. Concluiu então, que era a presença da luz que provocava a mudança. Continuando suas experiências, acabou por constatar que a luz de seu quarto era suficientemente forte para escurecer as silhuetas no mesmo tom dos sedimentos que as delineavam.O químico suíço Carl Wilhelm Scheele, em 1777, também comprovou o enegrecimento dos sais devida à ação da luz.</p>
<p>Thomas Wedgwood realizou no início do século XIX experimentos semelhantes. Colocou expostos à luz do sol algumas folhas de árvores e asas de insetos sobre papel e couro branco sensibilizados com prata. Conseguiu silhuetas em negativo e tentou de diversas maneiras torná-las permanentes. Porém, não tinha como interromper o processo, e a luz continuava a enegrecer as imagens.</p>
<p>Schulze, Scheele, e Wedgewood descobriram o processo onde os átomos de prata possuem a propriedade de possibilitar a formação de compostos e cristais que reagem de forma delicada e controlável à energia das ondas de luz. Porém, o francês Joseph-Nicéphore Niépce o fisionotraço e a litografia. Em 1817, obteve imagens com cloreto de prata sobre papel. Em 1822, conseguiu fixar uma imagem pouco contrastada sobre uma placa metálica, utilizando nas partes claras betume-da-judéia, este fica insolúvel sob a ação da luz, e as sombras na base metálica. A primeira fotografia conseguida no mundo foi tirada no verão de 1826, da janela da casa de Niepce, encontra-se preservada até hoje. Esta descoberta se deu quando o francês pesquisava um método automático para copiar desenho e traço nas pedras de litografia. Ele sabia que alguns tipos de asfalto entre eles o betume da judéia endurecem quando expostos à luz. Para realizar seu experimento, dissolveu em óleo de lavanda o asfalto, cobrindo com esta mistura uma placa de peltre (liga de antimônio, estanho, cobre e chumbo). Colocou em cima da superfície preparada uma ilustração a traço banhada em óleo com a finalidade de ficar translúcida. Expôs ao sol este endureceu o asfalto em todas as áreas transparentes do desenho que permitiram à luz atingir a chapa, porém nas partes protegidas, o revestimento continuou solúvel. Niépce lavou a chapa com óleo de lavanda removendo o betume. Depois imergiu a chapa em ácido, este penetrou nas áreas em que o betume foi removido e as corroeu. Formando desta forma uma imagem que poderia ser usada para reprodução de outras cópias.</p>
<p>Niepce e Louis-Jacques Mandé Daguerre iniciaram suas pesquisas em 1829. Dez anos depois, foi lançado o processo chamado daguerreótipo.</p>
<p>Este consistia numa placa de cobre polida e prateada, exposta em vapores de iodo, desta maneira, formava uma camada de iodeto de prata sobre si. Quando numa câmara escura e exposta à luz, a placa era revelada em vapor de mercúrio aquecido, este aderia onde havia a incidência da luz mostrando as imagens. Estas, eram fixadas por uma solução de tiossulfato de sódio. O daguerreótipo não permitia cópias, apesar disso, o sistema de Daguerre se difundiu. Inicialmente muito longos, os tempos de exposição encurtaram devido às pesquisas de Friedrich Voigtländer e John F. Goddard em 1840, estes criaram lentes com abertura maior e ressensibilizavam a placa com bromo.</p>
<p>William Henry Fox Talbot lançou, em 1841, o calótipo, processo mais eficiente de fixar imagens. O papel impregnado de iodeto de prata era exposto à luz numa câmara escura, a imagem era revelada com ácido gálico e fixada com tiossulfato de sódio. Resultando num negativo, que era impregnado de óleo até tornar-se transparente. O positivo se fazia por contato com papel sensibilizado, processo utilizado até os dias de hoje.</p>
<p>O calótipo foi a primeira fase na linha de desenvolvimento da fotografia moderna, o daguerreótipo conduziria à fotogravura, processo utilizado para reprodução de fotografias em revistas e jornais.</p>
<p style="text-align: center;">Frederick Scott Archer inventou em 1851 a emulsão de colódio úmida. Era uma solução de piroxilina em éter e álcool, adicionava um iodeto solúvel, com certa quantidade de brometo, e cobria uma placa de vidro com o preparado. Na câmara escura, o colódio iodizado, imerso em banho de prata, formava iodeto de prata com excesso de nitrato. Ainda úmida, a placa era exposta à luz na câmara, revelada por imersão em pirogalol com ácido acético e fixada com tiossulfato de sódio. Em 1864, o processo foi aperfeiçoado e passou-se a produzir uma emulsão seca de brometo de prata em colódio. Em 1871, Richard Leach Maddox fabricou as primeiras placas secas com gelatina em lugar de colódio. Em 1874, as emulsões passaram a ser lavadas em água corrente, para eliminar sais residuais e preservar as placas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-12 aligncenter" title="449px-slomexa" src="http://www.eudejunior.com.br/wp-content/uploads/2009/03/449px-slomexa.jpg" alt="449px-slomexa" width="449" height="600" /></p>
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